Impressão em Flexografia: Como funciona e sua evolução no setor!

26 de janeiro de 2025

Por

Compartilhe:

A impressão em flexografia é um dos métodos mais versáteis e amplamente usados na indústria gráfica, aplicado especialmente na produção de embalagens, rótulos, sacolas plásticas e diversos outros materiais.

Com raízes históricas que remontam ao início do século XX, a flexografia surgiu como uma técnica de impressão direta em alto-relevo, evoluindo continuamente até se tornar uma alternativa competitiva frente a processos como offset e rotogravura.

Hoje, ela ocupa um lugar de destaque em diversas cadeias produtivas, trazendo soluções de alta velocidade, qualidade e economia para gráficas, editoras e fornecedores de embalagens.

Na Mapel, entendemos que o conhecimento sobre diferentes métodos de impressão é essencial para que donos de gráficas, editoras, lojas de informática e tecnologia, bem como gestores de escolas, faculdades, hospitais e redes de clínicas médicas, possam tomar decisões estratégicas.

Isso inclui entender as vantagens específicas de cada técnica, seus custos, aplicações práticas e o impacto na produtividade.

A flexografia tem se tornado uma opção cada vez mais atraente, especialmente em setores que exigem grandes volumes de impressão, rapidez na entrega e capacidade de imprimir em superfícies diversas — papéis, plásticos, filmes, papelão ondulado e até materiais metalizados.

Um dos principais diferenciais da flexografia reside no uso de chapas de fotopolímero em relevo, onde as áreas de imagem recebem a tinta e a transferem diretamente para o substrato por contato.

Este texto se propõe a explicar, de forma abrangente, como funciona a flexografia, quais são seus principais equipamentos e materiais, as etapas do processo e como ela se distingue de outros métodos de impressão como offset, rotogravura e serigrafia.

Como funciona a impressão flexográfica?

impressa em flexografia colaborador aguardando impressao

A impressão em flexografia tem como base o princípio de impressão em relevo, ou seja, as áreas de imagem (texto, ilustrações, logotipos) ficam em destaque na matriz, enquanto as áreas sem imagem são rebaixadas.

Durante a impressão, apenas as partes em alto-relevo entram em contato com a tinta e a transferem diretamente para o suporte (papel, plástico, papelão ondulado, etc.). Essa característica confere alta velocidade à produção e a possibilidade de imprimir em uma ampla gama de materiais, desde superfícies porosas até filmes plásticos lisos.

Equipamentos e materiais utilizados

O principal equipamento para a flexografia é a impressora flexográfica, que pode variar em tamanho e configuração, atendendo desde pequenas até grandes tiragens.

Ela conta com unidades de impressão separadas para cada cor, incluindo rolos anilox, que controlam a quantidade de tinta transferida para a chapa fotopolimérica, e os cilindros de impressão, onde as chapas são fixadas. A tinta pode ser à base de água, solvente ou UV, cada uma com propriedades adequadas a determinadas aplicações e níveis de resistência desejados.

As chapas de fotopolímero substituem as antigas chapas de borracha utilizadas nas versões mais antigas da flexografia. Criadas por meio de processos de gravação digital ou analógico, elas garantem melhor definição de imagem e durabilidade.

Já o rolo anilox possui milhares de pequenas células em sua superfície, responsáveis por distribuir a tinta de maneira uniforme, garantindo a repetitividade do processo mesmo em alta velocidade.

Etapas do processo de impressão

  1. Pré-impressão: É a fase de criação e gravação das chapas de fotopolímero, onde o design é adaptado para flexografia e são definidos fatores como trapping de cores e registro.
  2. Preparação da impressora: Aqui, ajustam-se os rolos anilox, as chapas e as tintas adequadas, bem como a tensão do substrato na máquina.
  3. Aplicação da tinta: A tinta é depositada no rolo anilox, que a transfere para a chapa fotopolimérica em relevo.
  4. Impressão no substrato: O material passa entre o cilindro de impressão e o cilindro de contrapressão, recebendo a tinta das áreas em relevo da chapa.
  5. Secagem ou cura: Dependendo do tipo de tinta, podem ser usadas lâmpadas UV, secadores de ar quente ou zonas de estufa para garantir que a impressão saia completamente seca antes do acabamento.

Diferenças entre flexografia e outros métodos

Comparada à rotogravura, a flexografia utiliza chapas em relevo em vez de cilindros gravados em baixo-relevo, oferecendo custos iniciais menores e maior rapidez de preparação das chapas. Em relação à offset, a flexografia suporta substratos mais diversos, especialmente materiais flexíveis e filmes plásticos, além de ter um fluxo mais simples para impressão contínua em bobinas.

Essas características tornam a flexografia particularmente indicada para embalagens, rótulos e sacarias, onde a versatilidade do processo, a velocidade e o custo-benefício assumem papel determinante.

Quais são as aplicações da flexografia?

impressa em flexografia colaborador aguardando impressao

A impressão em flexografia se destaca por sua adaptabilidade a diferentes substratos e formatos, o que a torna uma escolha preferencial em vários segmentos industriais e comerciais.

Essa versatilidade abre oportunidades para gráficas, editoras, fornecedores de embalagens, lojas de informática e até mesmo instituições, como escolas, faculdades, hospitais e clínicas que precisam de materiais específicos para suas operações.

  1. Embalagens de alimentos e produtos de consumo:
    A flexografia é amplamente utilizada na produção de embalagens plásticas, sacos de papel, filmes laminados e caixas de papelão ondulado para indústrias alimentícias, de bebidas, higiene e limpeza. Nessas aplicações, a capacidade de imprimir em superfícies flexíveis e porosas, aliada à resistência das tintas a base de água ou UV, garante que o produto final resista ao transporte, manuseio e variações de temperatura.
  2. Rótulos e etiquetas:
    Rótulos autoadesivos e etiquetas industriais são outro campo em que a flexografia brilha. Os rolos anilox e as chapas de fotopolímero permitem alta precisão de registro, fundamental para exibir informações de forma legível, códigos de barras e desenhos coloridos. A Mapel, por exemplo, pode auxiliar gráficas no fornecimento de suprimentos e tecnologias que suportem grandes tiragens de rótulos para diversos setores, garantindo padronização de cor e excelente acabamento.
  3. Sacarias e sacolas:
    Sacos de papel ou plástico, como aqueles utilizados no varejo ou mesmo em redes médicas para descarte, podem ser impressos por flexografia de maneira rápida e econômica. A impressão em bobinas contínuas agiliza o processo e reduz custos, fator crítico para organizações que lidam com altos volumes.
  4. Papéis decorativos e embalagens de luxo:
    Embora a flexografia seja frequentemente associada à produção de embalagens comuns, as inovações em chapas de alta definição e tintas especiais permitem criar rótulos e embalagens de alto valor agregado. Isso inclui papel decorativo para móveis, embalagens laminadas e filmes com efeitos metalizados ou holográficos.
  5. Impressões industriais e logística:
    Em alguns casos, a flexografia pode ser adotada até para impressão de códigos logísticos ou marcações em embalagens de transporte. Essa característica de impressões funcionais, porém duráveis, é vital para a rastreabilidade de produtos em cadeias de suprimento complexas.

Considerando a ampla gama de aplicações, é notório que a flexografia se consolidou como um método flexível, que alia velocidade e qualidade em diferentes cenários.

Flexografia digital: inovação no setor

impressao em flexografia homem segurando

Assim como em outros métodos de impressão, a flexografia também passou por transformações importantes ao longo dos anos, incorporando tecnologias digitais para aprimorar sua precisão e eficiência.

Esse processo evolutivo deu origem à chamada flexografia digital, que combina a base da impressão em relevo com recursos modernos de pré-impressão e automação, aumentando a qualidade do resultado final e simplificando algumas etapas produtivas.

  1. Pré-impressão digital e chapas de fotopolímero:
    Uma das principais inovações foi a adoção de softwares avançados e equipamentos de gravação digital de chapas. Em vez de criar a matriz por processos analógicos, onde filmes e máscaras eram necessários, a flexografia digital permite gravar as chapas de fotopolímero de forma direta a partir de arquivos digitais. Isso diminui o tempo de preparação e reduz o risco de erros, beneficiando gráficos e editoras que precisam de agilidade e consistência de cores.
  2. Automação de processos:
    Máquinas de flexografia digital contam com recursos de registro automático, calibração de rolos anilox e sistemas de controle de tensão nas bobinas, garantindo que cada cor seja aplicada de forma exata, sem desalinhamento entre as unidades de impressão. Essa automação diminui perdas de material e agiliza os acertos de máquina, o que é especialmente valioso em tiragens menores, onde os acertos precisam ser econômicos.
  3. Tintas e secagens específicas:
    Com a evolução digital, surgiram tintas que curam mais rapidamente, inclusive opções UV que secam imediatamente ao sair da unidade de impressão, reduzindo tempos de espera e melhorando o aproveitamento de espaço. Além disso, algumas linhas de produtos à base de água vêm ganhando destaque por questões de sustentabilidade e segurança, sobretudo em embalagens de produtos alimentícios ou médicos.
  4. Aplicações específicas e variação de tiragem:
    A flexografia digital trouxe maior versatilidade ao processo, permitindo que gráficas e fabricantes atendam a demandas de personalização ou lotes menores com a mesma qualidade das grandes tiragens. Isso é relevante para negócios que frequentemente lançam novos rótulos, embalagens sazonais ou tiragens limitadas de produtos promocionais.
  5. Benefícios para o mercado:
    Do ponto de vista de donos de lojas de informática, a flexografia digital abre portas para oferecer suprimentos e consultoria sobre a melhor forma de integrar sistemas de pré-impressão digital, chapas de alta definição e tintas específicas. Já para escolas, faculdades e redes de clínicas médicas que requerem materiais impressos, a digitalização potencializa a qualidade dos rótulos e dos itens gráficos, atendendo a padrões cada vez mais exigentes.

Flexografia vs. Offset: qual é a melhor opção?

impressao em flexografia homem segurando papel

A escolha entre flexografia e offset é uma questão que frequentemente surge no setor de impressão, pois ambas as técnicas ocupam espaço relevante no mercado.

Enquanto a flexografia evoluiu do princípio de impressão em relevo, o offset baseia-se no método planográfico, onde a imagem é transferida por meio de chapas e rolos de borracha. Antes de tomar essa decisão, gráficos, editores e gestores de diferentes negócios precisam entender onde cada processo se destaca.

  1. Substratos e aplicações:
    • Flexografia: É notável por lidar bem com materiais flexíveis, plásticos, filmes, papel kraft, papelão ondulado e até substratos metalizados. É ideal para embalagens, rótulos e sacos plásticos.
    • Offset: Geralmente usado em papel e papelão, desde folhas até bobinas. É indicado para livros, revistas, folders e folhetos em papel couché ou offset, com alto padrão de detalhamento em imagens.
  2. Custo e volume de impressão:
    • Flexografia: Apresenta custos iniciais relativamente baixos para chapas fotopoliméricas se comparado à rotogravura, mas pode ser mais caro que offset em pequenas tiragens. Tem grande vantagem quando se trata de embalagens e impressões contínuas em bobinas.
    • Offset: Costuma ser mais econômico em médias e grandes tiragens de produtos editoriais e comerciais, mas não é tão flexível com substratos não convencionais.
  3. Qualidade de imagem e detalhe:
    • Flexografia: Evoluiu bastante e pode alcançar excelente qualidade, especialmente com tecnologias de pré-impressão digital. Porém, em comparação direta, pode apresentar limitações para retículas muito finas ou trabalhos fotográficos de altíssima definição — aspectos em que o offset ainda pode levar vantagem.
    • Offset: Tradicionalmente reconhecida pela nitidez, uniformidade e precisão de cores em papel. É a preferida para materiais editoriais e impressos publicitários de alto padrão.
  4. Velocidade e configuração de máquina:
    • Flexografia: Equipamentos flexográficos podem rodar em altas velocidades, sobretudo para embalagens e rótulos em bobinas, onde a produção contínua agiliza bastante a entrega.
    • Offset: Máquinas offset folha-a-folha também alcançam altas velocidades, mas a configuração e o acerto de máquina podem levar mais tempo em materiais não padrão.
  5. Questões ambientais e evolução tecnológica:
    • Flexografia: Tem avançado no uso de tintas à base de água e UV, reduzindo emissões de solventes. A automação e a flexografia digital são destaques recentes.
    • Offset: Conta com sistemas de entintagem e lavagem automatizados, além de chapas livres de produtos químicos, diminuindo o impacto ambiental.

Em síntese, cada técnica tem seu nicho de excelência. Para embalagens plásticas e rótulos resistentes, a flexografia se mostra mais adequada. Quando se trata de impressos em papel de alta definição para revistas ou livros, o offset ainda domina.

A Mapel pode auxiliar empresas de ambos os perfis, oferecendo insumos, consultoria e soluções tecnológicas que maximizem a qualidade e minimizem custos de produção. A decisão final, portanto, deve levar em conta fatores como volume de produção, tipo de substrato, orçamento e padrão de qualidade esperado pelo cliente, garantindo sempre a melhor opção em cada projeto.

Diferenças entre flexografia e outros métodos de impressão

impressao em flexografia mulher operando maquina

A impressão em flexografia se destaca em um panorama de métodos como offset, rotogravura, serigrafia e impressão digital. Entender as diferenças cruciais entre esses processos ajuda gráficas, editores e gestores de diversos setores a selecionar o melhor modelo para cada projeto, equilibrando custo, qualidade e tempo de produção.

  1. Flexografia vs. Rotogravura:
    • Matriz: A flexografia utiliza chapas fotopoliméricas em relevo, enquanto a rotogravura se baseia em cilindros metálicos gravados em baixo-relevo.
    • Custo e tiragem: A rotogravura costuma ter custos iniciais muito elevados, compensados apenas em altíssimos volumes. A flexografia, embora também requeira investimento em chapas, é mais acessível para quantidades entre médias e grandes.
    • Versatilidade de substratos: Ambas imprimem em filmes plásticos, papel e outros materiais, mas a flexografia se ajusta melhor a pequenas variações e oferece maior rapidez no setup.
  2. Flexografia vs. Serigrafia (Silk-Screen):
    • Tiragem: A serigrafia é muito eficiente em tiragens pequenas ou médias, e brilha em produtos que necessitam de tintas especiais ou efeitos diferenciados (metalizados, relevo, etc.). Já a flexografia se destaca em grandes volumes e produção contínua em bobinas.
    • Precisão de cores: A flexografia atinge registros mais apurados em aplicações industriais, enquanto a serigrafia pode apresentar pequenas variações, especialmente em trabalhos manuais.
    • Custo-benefício: Para embalagens e rótulos massivos, a flexografia costuma ter melhor custo unitário.
  3. Flexografia vs. Impressão Digital (Inkjet/Laser):
    • Volume: Impressão digital possibilita personalização e tiragens pequenas, mas o custo por página tende a ser maior. A flexografia se torna competitiva em produções maiores, onde o setup inicial se dilui.
    • Qualidade de imagem: A flexografia evoluiu, mas a impressão digital pode oferecer maior resolução de imagens e cores em alguns casos específicos. No entanto, digital ainda tem limitações na impressão em certos substratos flexíveis ou superfícies complexas.
    • Tempo de setup: A digital quase não exige acertos mecânicos ou chapas, enquanto a flexografia requer preparação e gravação de chapas. Por outro lado, a flexografia pode rodar muito mais rapidamente uma vez configurada.
  4. Flexografia vs. Impressão Offset:
    • Substratos: A flexografia aceita filmes plásticos, papel kraft, laminados e outros suportes flexíveis que o offset tradicional não manuseia tão bem.
    • Processo de impressão: No offset, a repulsão entre água e tinta cria a imagem na chapa, transferindo-a a um cilindro de borracha antes de chegar ao papel. Na flexografia, o relevo da chapa em contato direto com o substrato garante maior versatilidade para embalagens.

Exemplos práticos de aplicação da flexografia

 impressa em flexografia casal operando maquina

A impressão em flexografia é versátil e encontra espaço em inúmeros projetos, desde embalagens de consumo até materiais promocionais diferenciados. Para compreender melhor o potencial desse método, vale a pena observar alguns exemplos práticos que demonstram como a flexografia pode oferecer soluções eficientes em termos de qualidade, custo e velocidade de produção.

  1. Rótulos para Indústria Alimentícia:
    • Imagine um fabricante de molhos e conservas que utiliza potes de vidro com rótulos autoadesivos, impressos em materiais resistentes à umidade e ao manuseio frequente. A flexografia possibilita imprimir milhões de rótulos padronizados em bobinas, facilitando a aplicação automática na linha de produção. A qualidade de registro de cores garante que o logotipo e as informações nutricionais permaneçam nítidos e confiáveis, enquanto a tinta adequada resiste à refrigeração e ao transporte em longos percursos.
  2. Sacolas de Papel para Varejo:
    • Lojas de roupas, papelarias, perfumarias e até escolas que vendem uniformes podem utilizar sacolas de papel kraft impressas por flexografia. Por ser um processo contínuo e rápido, a impressão em bobina atende facilmente tiragens significativas. Após a impressão, o papel é convertido em sacolas, mantendo cores consistentes e boa definição do logotipo e dos slogans promocionais.
  3. Papelão Ondulado para Transporte e Armazenagem:
    • O setor logístico é outro que se beneficia da flexografia. Caixas de papelão ondulado, personalizadas com informações de marca ou códigos de barras, são fundamentais para armazenagem e transporte de produtos. A flexografia permite imprimir direto na face externa do papelão antes da formação das caixas, oferecendo alta legibilidade e rapidez.
  4. Filmes Plásticos para Higiene e Limpeza:
    • Empresas de produtos de limpeza frequentemente usam embalagens flexíveis (sacos, refis, sachets), que exigem impressão em polietileno ou polipropileno. A flexografia, capaz de lidar com tintas à base de solvente ou UV, cria embalagens com cores vivas, resistentes à umidade e a contatos químicos leves. Essas embalagens são comuns em lojas de informática ou redes de clínicas médicas que adquirem produtos de higiene em maior volume.
  5. Materiais Promocionais:
    • A flexografia não se limita apenas a embalagens. Em alguns casos, pode ser usada para imprimir flyers, panfletos ou cartões em papel. Embora não seja a escolha mais popular para pequenas tiragens, o processo é uma opção viável quando se deseja imprimir milhares de exemplares com uma identidade visual coerente, em alta velocidade e custo unitário reduzido.

Esses exemplos evidenciam a variedade de aplicações e o porquê da flexografia ser considerada uma tecnologia essencial para muitos setores. Ela atende a necessidades de tiragens elevadas, mantendo qualidade satisfatória e oferecendo excelente custo-benefício.

Na Mapel, entendemos o valor de incorporar a flexografia em um mix de soluções de impressão, pois atendemos uma diversidade de clientes, desde o pequeno comerciante que precisa de rótulos até grandes players industriais que buscam escalabilidade e eficiência na produção de embalagens.

Conclusão

impressao em flexografia mulher imprimindo

A impressão em flexografia permanece como uma das opções mais relevantes e dinâmicas no cenário atual da indústria gráfica, oferecendo vantagens notáveis em termos de rapidez de produção, versatilidade de substratos e custo-benefício em grandes tiragens.

Sua evolução ao longo do tempo, incluindo a adoção de chapas fotopoliméricas de alta definição e a chegada da flexografia digital, só reforçou o potencial dessa técnica para atender às demandas de inovação, tecnologia e eficiência que são tão valorizadas nos negócios modernos.

Por ser capaz de imprimir em filmes plásticos, papel kraft, papelão ondulado e até materiais metalizados, a flexografia atende uma ampla gama de aplicações — desde rótulos e embalagens até sacolas promocionais e revistas especiais.

Essa flexibilidade é especialmente útil para gráficas e editoras que desejam diversificar seus serviços e atingir novos mercados. Também se mostra estratégica para setores como hospitais e faculdades, que muitas vezes precisam de embalagens e materiais impressos padronizados, mas também resistentes ao manuseio constante e às condições do ambiente.

Comparada a outros processos, como rotogravura e offset, a flexografia se sobressai em aplicações que exigem impressão rápida e continua em bobinas, com excelente adesão de tinta a substratos flexíveis.

Ainda que possa ter limitações na reprodução de detalhes ultrafinos em comparação a processos de alta definição como a rotogravura, a flexografia vem reduzindo essa diferença com a adoção de sistemas de gravação digital de chapas, tintas UV e controles automatizados de registro e entintagem.

Na Mapel, reconhecemos o valor estratégico que a flexografia oferece aos nossos clientes. Entendemos que, em um mercado cada vez mais competitivo, contar com processos de impressão confiáveis e de alta produtividade pode ser determinante para o sucesso de um negócio.

Compartilhe:

Últimas postagens

Visite nossas redes

Você também pode gostar destes artigos:

A produção gráfica é uma área que tem evoluído de forma impressionante

No ambiente corporativo atual, marcado por constantes avanços tecnológicos e mudanças nas

Em um mundo onde a eficiência e a agilidade se tornaram essenciais

No ambiente corporativo atual, onde a agilidade e a eficiência se tornam

Olá! Preencha os campos abaixo para iniciar a conversa no WhatsApp